Impermanências - Chat Especial

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O VERDADEIRO AMOR LIBERTA


Escrevo muito, talvez já tenha escrito sobre o tema que me vem a mente agora, mas quem escreveu antes com certeza não é essa que escreve agora e assim sigo me renovando a cada instante, a cada escrita... Um amigo meu até falou sobre algo assim em seu blog (ww.luizeduardogfilho.blogspot.com Texto: Dizem que o tempo muda as coisas...)

Vamos falar de liberdade.

Liberdade muitas vezes nos amedronta, mas não saberíamos viver sem... Estranho?! Como associar liberdade e medo? São sensações desvinculadas. O medo limita. E a liberdade? Liberta, flui, movimenta... 

O medo de ser livre só acontece quando paramos para racionalizar a liberdade, e não quando a vivenciamos, já que racionalizar pode ser comparado a racionar, reter... Não dura muito. O medo só existe porque a liberdade vive sempre sob constante ameaçada de nossas memórias. Esbarra aqui, ali, nos nossos afetos, nas nossas limitações, no direito do outro, nas resoluções, nas indecisões, nas atitudes... Enfim, a liberdade é um constante exercício, e parte dela é ilusão. Percebemos que em plenitude ela não existe, nem mesmos para os pássaros... E a fração de liberdade que nos cabe, quando a conseguimos, pode custar caro. Muito caro...

Precisei antes ser prisioneira, para chegar a essa relativa liberdade. Matei alguns sonhos, magoei algumas pessoas, abri mão de falsas ilusões e falsas seguranças, quebrei vínculos importantes, me joguei de cabeça no escuro sem saber se haveria algo em que me apoiar... Mas, valeu à pena, valeu cada momento vivido... Valeu à pena porque era o meu caminho e apenas eu poderia seguir como a forma mais honesta de encontrar a mim mesma.

Exatamente por isso nunca consegui entender uma relação de amor que não tivesse liberdade. Amar com liberdade é um desafio muitas vezes doloroso, porque, com o tempo, vamos querendo dar formas e criar plataformas, nos prender em mãos e nos fixar em chãos. Uma tendência que só não é natural porque é memória, que possuímos de construir portos seguros, fazendo-os maiores do que são e exercer certo controle sobre o outro. Entender que nada disso garante a permanência dos amores leva tempo. Assimilar que todo sentimento é livre porque é intangível e não palpável, que todo desejo é livre porque é um sopro, implica que sejamos antes ilustres prisioneiros de nossos erros, pois na dor nos libertamos.

É apenas na liberdade que o amor se faz pleno. O amor e tudo mais. O ir e vir pela vontade própria, a não vigilância das palavras, dos gestos, a ausência de imposições, o peito aberto e sem pressões, são a única certeza de que é possível “descansar em Deus, sem pressa...”

Sejamos o barco e o vento do nosso próprio mar, não esquecendo que Deus é o comandante.

Andréa Palermo

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Material Curso OPTAMA realizado dia 21/11, mas você ainda pode adquirir o material.



CURSO OPTAMA
(Original Poder Transcendido e Aperfeiçoado na Mente do Amor)

O PORTAL TM Treinando a MENTE do AMOR 

Realizado com sucesso dia 21/11/2010

Adquira todo o material e tenha um novo entendimento, uma nova consciência, uma nova atitude em você.


E-book + MP3 do curso completo + Meditação guiada
Mente do Amor é mudança de atitude, somos nós fazendo por nós mesmos, daí o Bônus da meditação guiada, onde nós conversamos com Deus, fazemos nossos pedidos de maneira particular

R$ 55,00 (ou no exterior 24,00 Euros)

















Bônus  MP3 de meditação guiada com os devidos trechos de silêncio do locutor para que você se permita fluir.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Entregar-se...

Numa noite escura, um homem andava no meio de uma floresta. De repente, ele caiu. A única coisa que conseguiu fazer foi segurar-se em um galho. Quando olhou para baixo, só viu escuridão.
Começaram então os pensamentos catastróficos: “Eu vou cair neste abismo e vou morrer… Este galho não vai agüentar, eu vou me machucar todo”. À medida que o tempo passava, o galho ia se desprendendo, e cada vez mais o homem se desesperava, com medo de cair e morrer.
A claridade foi chegando com a manhã, e então ele percebeu que estava com os pés a apenas quarenta centímetros do chão e que todo o seu medo e sofrimento tinham sido infundados.
Assim fazem as pessoas que não se soltam das raízes do passado para voar em direção aos sonhos do presente. Ficam com medo de se arrebentar, quando, na realidade, o salto a ser dado tem pouco mais de quarenta centímetros: a distância que separa o cérebro do coração. Este é o grande salto a ser dado: parar de viver o tempo todo se analisando e deixar de ouvir o “juiz” que existe na sua cabeça. Passar a viver os acontecimentos, em vez de ficar julgando a si mesmo, o outro e tudo o que está ocorrendo…”
(Roberto Shinyashiki)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Entenda...


Que a mente não pode pensar fora de nós. Se pensamos esta dentro, então temos a escolha de fazer de nossa mente um jardim ou um abatedouro.

Que o amor não pode atenuar nossas vidas se continuarmos a insistir em perpetuar a infelicidade, mudar de atitude é nossa escolha.

Que o HOJE é um livro em branco a nosso dispor.

Que o amor pode ser transmitido tanto pela paz quanto por ações.

Que o perdão é a chave para a simplicidade de vivenciar o agora.

Que viver o agora é parar de se flagelar em penitência.

Que nosso potencial de cura é ilimitado.

Que Deus em nossas vidas é como água calma banhando as pedras do riacho e nos ergue acima das dificuldades se estivermos dispostos a flutuar...

Que não importa a distância que tenhamos percorrido em direção ao inferno, retornar é nossa escolha.

Que muitos caminhos surgem pela paz ou pelos conflitos, a escolha é nossa opção.

Que pela Mente do Amor as peças quebradas são consertadas, todas as esperanças perdidas, as palntações ceifadas, as vidas desperdiçadas e toda luz encoberta são restauradas, preservadas e apreciadas.

Escolha!!!

(Alguns trechos "insights" da Subida ao Portal do dia 02/01/11,  com Andréa Palermo)

sábado, 25 de dezembro de 2010

O ego gasta o amor...


Mensagem 
O ego gasta o Amor próprio...
Nossa! Como assim?! Passando grandes temporadas se alimentando com nossas memórias...
Dores, afrontas, insucessos, problemas financeiros, enfim brechas para o desamor. Nossa essência, nossa origem é plena e perfeita, mas por memórias rodando no emocional nos desabituamos, nos desacostumamos a ser plenos, passamos muito tempo cultuando os interpéries, confundindo aceitação com resignação,nos desmerecendo, banalizando o tempo, retornando ao passado e dando um pulinho no futuro, mas esquecendo de viver o presente. Vagamos para tão longe que nos tornamos estranhos a nós mesmos.
"O amor é como o pão; tem que ser amassado, feito de novo, todos os dias."Úrsula Guinn

A falta de movimento das energias pode ser o túmulo do amor próprio, um túmulo de onde ele não ressuscita mais, ou de onde só ressuscita nas nossas memórias, e nomeadamente nos mitos que criamos e idealizamos.

Retornando ao amor em nós, morre a ilusão, as miragens de seres fictícios desaparecerem e assumimos nossa condição real e verdadeira. Entendemos que não somos mais a pessoa de dez anos atrás mas reconhecemos nossa essência original plena e perfeita aflorando agora, prontinha para ser feliz hoje.

Ter amor, ser amor, viver amor é tudo uma questão de hábito. Exercite o amor em você agora. Limpe, escolha.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Cultivando o Amor próprio...

Algumas vezes vivenciamos momentos preto e branco... Onde a melhor opção é parar tudo, mas parar tudo mesmo e assim não permitir que nosso "tudo" por ressonância influencie no "tudo" alheio...

Reavaliando o que vale ficar e o que devemos deixar ir podemos transformar esses momentos em que as cores que iluminam nossos dias saem de cena, deixando-nos sem graça, sem efeito,
em preciosidades... Dependendo da forma como encaramos podemos enxergar a luminosidade e tornar esses momentos "pretos e brancos" em momentos mágicos, que nos colocam em contato com a nossa essência: Deus.
Poderemos enfim compreender que o maior amor da nossa vida tem que ser o amor próprio.
A escolha é sempre nossa e em momentos aparentemente "preto e branco" podemos descobrir nosso real valor e como um filme na tela da nossa mente, descobrimos os pontos mais vulneráveis, identificamos as memórias...

Nossas escolhas por vezes colocam a vida em preto e branco, mas o que fazer com isso também é nossa escolha.

Algumas vezes precisamos realmente perder a cor para nos percebermos, fazer novas escolhas, reconhecer e pedir a limpeza de nossas pretéritas opções.

A vida continua, tudo passa.

Sempre é hora de recomeçar. O agora já é! Novo ciclo, novas cores.

Sutilmente modificamos padrões de pensamentos, de atitudes... Novo som, novo tom. Afinamos o que antes estava desafinado. Optamos por novas músicas. Novo ritmo. Brindamos a magia que é viver o AGORA.

O que vale é apreciar e aplaudir o espetáculo que é a vida com liberdade. Deixando fluir os acontecimentos e limpando.

Tudo nos é acrescentado por Deus, entender isso é parar de ficar puxando a direção... Largue o volante...

A única coisa que podemos fazer é dar o melhor que possuímos pra nós mesmos e por ressonância para o mundo.

Onde esta esse eu que acha tudo cansativo?!

Volte, retorne... Simples assim!

Te amo! Te amo! Te amo!

Sou grata! Sou grata! Sou grata!


Texto postado por Andréa Palermo no fórum www.hooponopono.forumativo.com

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O curso continua...


Continua ao abrirmos os olhos ao acordar pela manhã todos os dias e sermos nós a primeira pessoa que encontramos. Pelo amor que pulsa em nós, reconhecermos o ser divino que somos... Sejamos gentis consoco.
Uma ruga é mais que uma linha do tempo é também o diário de bordo que marca tantas e tantas oportunidades de recomeços que tivemos... Valorize-se, seja feliz por você, assuma sua identidade própria, abrace as infinitas possibilidades e por ressonância o mundo irá te abraçar...

Beijos de luz!


Andréa Palermo